segunda-feira, 19 de abril de 2010
Secretario Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável esclarece dúvidas com relação ao Aterro Controlado de Brumadinho
Em entrevista ao Tribuna, o Secretário Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Ernane Parreiras esclareceu alguns pontos referentes ao projeto do Aterro Sanitário a ser implantado na região de Parque da Cachoeira. Segundo o secretário a comunidade de Parque da Cachoeira teve “informações distorcidas” a respeito da implantação do aterro. Quando do licenciamento que teve início em 2004 foram apontadas 6 possíveis áreas para a implantação do aterro, estas áreas foram descartadas por critério técnico, como impermeabilização do solo, declividade do terreno, proximidade de comunidade, profundidade de lençol freático etc. Constatou-se que a melhor opção, também pela proximidade da sede, seria a região de Parque da Cachoeira.
O Secretário Adjunto frisou que o aterro será o mais moderno da região metropolitana. Contará com 6 pontos de monitoramento de água, uma estação meteorológica além de equipamentos (uma retro-escavadeira, uma pá carregadeira e um trator de esteira) e receberá apenas o resíduo gerado pelo município de Brumadinho e que não procede a informação de que este receberia resíduos também de outros municípios vizinhos. As obras do aterro sanitário já começaram e a previsão é de que este passe a receber resíduos dentro de 6 meses, que seria o restante da vida útil do aterro controlado (que já está em fase de encerramento) usado por Brumadinho para a destinação de resíduos.
Segundo o secretário, no ano passado (2009) foram feitas reuniões no Parque da Cachoeira e em Tejuco objetivando dar ciência e esclarecendo as comunidades que este ano as obras do Aterro Sanitário estariam sendo realizadas. A prefeitura também desenvolverá um projeto social junto as comunidades para conscientizá-las sobre o que significa um aterro sanitário, com oficinas e palestras, objetivando também potencializar a coleta seletiva dentro do município. O secretário disse que é um “privilégio para Brumadinho ter um aterro sanitário, visto que em todo o estado apenas 5% dos municípios possuem”.
O Secretário Adjunto frisou que o aterro será o mais moderno da região metropolitana. Contará com 6 pontos de monitoramento de água, uma estação meteorológica além de equipamentos (uma retro-escavadeira, uma pá carregadeira e um trator de esteira) e receberá apenas o resíduo gerado pelo município de Brumadinho e que não procede a informação de que este receberia resíduos também de outros municípios vizinhos. As obras do aterro sanitário já começaram e a previsão é de que este passe a receber resíduos dentro de 6 meses, que seria o restante da vida útil do aterro controlado (que já está em fase de encerramento) usado por Brumadinho para a destinação de resíduos.
Segundo o secretário, no ano passado (2009) foram feitas reuniões no Parque da Cachoeira e em Tejuco objetivando dar ciência e esclarecendo as comunidades que este ano as obras do Aterro Sanitário estariam sendo realizadas. A prefeitura também desenvolverá um projeto social junto as comunidades para conscientizá-las sobre o que significa um aterro sanitário, com oficinas e palestras, objetivando também potencializar a coleta seletiva dentro do município. O secretário disse que é um “privilégio para Brumadinho ter um aterro sanitário, visto que em todo o estado apenas 5% dos municípios possuem”.
Ferrous faz apresentação de projeto de mineroduto na Câmara Municipal
A Ferrous Resources do Brasil realizou a pedido do CONDESP uma reunião na Câmara Municipal de Brumadinho para esclarecer e apresentar o projeto que trata da construção de um mineroduto no município de Brumadinho.
A reunião teve a presença de Vitor Feitosa Superintendente de Meio Ambiente e Comunicação da Ferrous, do Prefeito de Brumadinho Avimar de Melo Barcelos e do Vice-Prefeito Toninho da Rifel, dos vereadores e de representantes e líderes comunitários dos distritos por onde o empreendimento passaria (Colégio e Sapé principalmente).
Vitor Feitosa fez uma breve apresentação das minas de propriedade da Ferrous e da expectativa de crescimento da empresa para os próximos anos (25 milhões de toneladas de minério até 2014 e a produção dobraria até 2017 para 50 milhões). Salientou que não existem estudos ambientais finalizados (EIA/RIMA) e que os que haviam sido iniciados foram suspensos.
A construção do mineroduto (com extensão de 400 km) seria para escoar esta produção até o porto de Presidente Kennedy, no sul do Espírito Santo. O projeto se iniciaria na primeira faze com o minério beneficiado pelas minas de Viga (Congonhas) e Viga Norte (Itabirito) e na segunda fase pelas minas de Serrinha e Esperança (Brumadinho).
Os moradores dos distritos que seriam atingidos pelo empreendimento salientaram a importância de preservar os recursos naturais, assim como a qualidade de vida das comunidades. Consideraram a importância de apoiar novas formas de desenvolvimento mais sustentáveis como a agricultura familiar e o turismo no município.
A Secretária Diretora do Retiro do Chalé e Ativista do Movimento “Abrace a Serra da Moeda” Beatriz Vignolo Silva disse na tribuna da Câmara que Brumadinho deveria apoiar mais o turismo local e fez um apelo ao prefeito e aos vereadores presentes que fizessem um projeto de lei para o tombamento da Serra da Moeda.
O prefeito Neném, em sua fala, ressaltou que não existe nenhum projeto no executivo ou no legislativo municipal para desapropriação de terrenos para a implantação do mineroduto. Disse ainda que “infelizmente” a principal fonte de arrecadação do município provém das mineradoras e que a meta de seu governo é desenvolver Brumadinho a novas fontes de desenvolvimento sustentável.
A reunião teve a presença de Vitor Feitosa Superintendente de Meio Ambiente e Comunicação da Ferrous, do Prefeito de Brumadinho Avimar de Melo Barcelos e do Vice-Prefeito Toninho da Rifel, dos vereadores e de representantes e líderes comunitários dos distritos por onde o empreendimento passaria (Colégio e Sapé principalmente).
Vitor Feitosa fez uma breve apresentação das minas de propriedade da Ferrous e da expectativa de crescimento da empresa para os próximos anos (25 milhões de toneladas de minério até 2014 e a produção dobraria até 2017 para 50 milhões). Salientou que não existem estudos ambientais finalizados (EIA/RIMA) e que os que haviam sido iniciados foram suspensos.
A construção do mineroduto (com extensão de 400 km) seria para escoar esta produção até o porto de Presidente Kennedy, no sul do Espírito Santo. O projeto se iniciaria na primeira faze com o minério beneficiado pelas minas de Viga (Congonhas) e Viga Norte (Itabirito) e na segunda fase pelas minas de Serrinha e Esperança (Brumadinho).
Os moradores dos distritos que seriam atingidos pelo empreendimento salientaram a importância de preservar os recursos naturais, assim como a qualidade de vida das comunidades. Consideraram a importância de apoiar novas formas de desenvolvimento mais sustentáveis como a agricultura familiar e o turismo no município.
A Secretária Diretora do Retiro do Chalé e Ativista do Movimento “Abrace a Serra da Moeda” Beatriz Vignolo Silva disse na tribuna da Câmara que Brumadinho deveria apoiar mais o turismo local e fez um apelo ao prefeito e aos vereadores presentes que fizessem um projeto de lei para o tombamento da Serra da Moeda.
O prefeito Neném, em sua fala, ressaltou que não existe nenhum projeto no executivo ou no legislativo municipal para desapropriação de terrenos para a implantação do mineroduto. Disse ainda que “infelizmente” a principal fonte de arrecadação do município provém das mineradoras e que a meta de seu governo é desenvolver Brumadinho a novas fontes de desenvolvimento sustentável.
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